Imagens se agravam firmes no coração mantendo em mim aquela triste recordação. Olho para cima vejo um céu tão estreito procuro um luar perfeito mas não sei onde encontrar, alguém pode, pode me ajudar a levantar pois minhas pernas não conseguem me manter de pé não consigo caminhar ainda existe aquela voz me dizendo o que fazer mas tudo que eu consigo enxergar é o meu meu sangue fervoroso escorrer. então levante-me deste chão onde os parasitas teimam em querer me devorar este fardo és tão pesado não consigo suportar, não; jamais deixarei de me odiar e não aceitarei te ver partir mesmo vendo pensamentos em ti fluir nunca poderei te entender tudo o que posso te dizer são palavras sem sentindo que sempre mantenho-as comigo como um cruel martírio em que me condenei sem perceber, mas jamais passaram palavras que saem do coração como flecha incandescente que lanço docemente para você foi por meio deste amor que eu pude perceber que construir o meu castelo foi e por meio de você edifiquei meu alicerce e sem duvida eles não cairão.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
estranhas nuvens que estão a minha volta; elas escondem minhas memórias adormecidas pequenas gotas de gelo caem em meu rosto de pedra - no fundo dos olhos rios em queda. cada piscar é um delírio onde adormeço por poucos segundos n’aonde em sonhos felizes passeio, criando meu próprio mundo. lágrimas cálidas se quebram no ar; transformam-se em apenas restos de sonhar. nos campos verdes minha alma em rios se perde caindo em cascatas, quebrando-se como pedras numa sutil sinfonia rumo ao mar. vejo minha alma se despedindo sem intenção de voltar.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Quando bem quer satisfaço tua ânsia
se estiveres diante do escuro te dou o morcego
está-se diante do caos dou-te o sossego
se quereres liberdade te dispo a infância
se quereres vaidade fornece-te o apego
é só uma troca, não há distância
fazes o que peço na chegada hora
não saberei se dói nem se chora
não saberei se te serve mais esta ganância
dai-me a alma sem relutância
faça antes e faça agora!
Sinta chegando o fervor e a constância
o que era de princípio interno se possui por fora
jaz cedo teu corpo em tarda hora
e fica tua mente perdida em ignorância.
se estiveres diante do escuro te dou o morcego
está-se diante do caos dou-te o sossego
se quereres liberdade te dispo a infância
se quereres vaidade fornece-te o apego
é só uma troca, não há distância
fazes o que peço na chegada hora
não saberei se dói nem se chora
não saberei se te serve mais esta ganância
dai-me a alma sem relutância
faça antes e faça agora!
Sinta chegando o fervor e a constância
o que era de princípio interno se possui por fora
jaz cedo teu corpo em tarda hora
e fica tua mente perdida em ignorância.
sábado, 29 de maio de 2010
Meus dias sem ti
Só a morte vai quebrar essa corrente
que prende o meu coração e a minha mente
ao teu formoso ser eternamente
adoeço em insanidade agonizante
esquálido e em estado fulminante
anseio o teu perdão a cada instante
mas que cruel destino, vil fortuna
sem ti meus dias se enchem de lacunas
atordoado, minha sorte entrego às ruínas
eu sempre soube, não sairia impune
a esse amor que a luz e as trevas unem
e de fulgor ardente minha alma mune.
que prende o meu coração e a minha mente
ao teu formoso ser eternamente
adoeço em insanidade agonizante
esquálido e em estado fulminante
anseio o teu perdão a cada instante
mas que cruel destino, vil fortuna
sem ti meus dias se enchem de lacunas
atordoado, minha sorte entrego às ruínas
eu sempre soube, não sairia impune
a esse amor que a luz e as trevas unem
e de fulgor ardente minha alma mune.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Seguindo ao vento
Sozinho na escuridão,
Eu sabia o significado das suas lágrimas.
Eu avancei ao lugar que desejava,
Mas não quis machucar ninguém.
O vento está soprando sobre o oceano,
Rumo ao amanhã sem hesitar.
Por que meu coração não se move?
Qual será o destino que está por vir?
Eu não me arrependerei de ter nascido.
Por dentro da tristeza está a coragem.
E acredito que estou me aproximando daquela luz.
As lágrimas jorram do céu azul.
Algum dia se tornará sorriso.
O vento segue um ritmo rápido,
Sinto soprar através de meus dedos.
As coisas nas quais eu acredito ainda me assustam, mas...
Eu não vou desistir.
A lua toca suavemente meus ombros,
Sobre seu reflexo na estrada,
Eu nunca esquecerei como me perdi.
Se eu esperar pelo amanhã e nada acontecer,
Uma mão me dará um impulso;
E a minha escolha mudará.
Esses fortes sentimentos, agora são maiores.
As lágrimas que jorram pelo céu esta noite,
Certamente clarearão amanhã.
Para onde olho,
Aquele será o local onde começarei
Eu posso ir a qualquer lugar,
Se eu não desistir de mim mesmo.
Eu sabia o significado das suas lágrimas.
Eu avancei ao lugar que desejava,
Mas não quis machucar ninguém.
O vento está soprando sobre o oceano,
Rumo ao amanhã sem hesitar.
Por que meu coração não se move?
Qual será o destino que está por vir?
Eu não me arrependerei de ter nascido.
Por dentro da tristeza está a coragem.
E acredito que estou me aproximando daquela luz.
As lágrimas jorram do céu azul.
Algum dia se tornará sorriso.
O vento segue um ritmo rápido,
Sinto soprar através de meus dedos.
As coisas nas quais eu acredito ainda me assustam, mas...
Eu não vou desistir.
A lua toca suavemente meus ombros,
Sobre seu reflexo na estrada,
Eu nunca esquecerei como me perdi.
Se eu esperar pelo amanhã e nada acontecer,
Uma mão me dará um impulso;
E a minha escolha mudará.
Esses fortes sentimentos, agora são maiores.
As lágrimas que jorram pelo céu esta noite,
Certamente clarearão amanhã.
Para onde olho,
Aquele será o local onde começarei
Eu posso ir a qualquer lugar,
Se eu não desistir de mim mesmo.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Conurbação
Metrópoles cuspindo suas lápides
Tanto pranto as estações vão trazer
Por dentro de cada buzina a análise
De seus braços não vou me desfazer
Gota por gota cada adormecer
Traz uma nova rosa em seu brotar
Avenidas de sonhos a verter
Armas postas no verde amarelar
Em cada viaduto já não caibo
Dourado pelos olhos de faróis
Tempo perdido na vazão adentro
Calado em calabouço desalento
Envolto em borracha que a chuva rói
Sou dessa terra um sempiterno raio
Tanto pranto as estações vão trazer
Por dentro de cada buzina a análise
De seus braços não vou me desfazer
Gota por gota cada adormecer
Traz uma nova rosa em seu brotar
Avenidas de sonhos a verter
Armas postas no verde amarelar
Em cada viaduto já não caibo
Dourado pelos olhos de faróis
Tempo perdido na vazão adentro
Calado em calabouço desalento
Envolto em borracha que a chuva rói
Sou dessa terra um sempiterno raio
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